Depois de três dias intermitentes de TCC, dois desses comendo coisas semi prontas, congeladas, que o marido somente levava ao forno, depois da quarta de seis provas, e esse friozinho chato que não vai embora, eu bem que precisava e merecia uma sopa!

Vim os 12 kms entre a faculdade e a casa pensando numa sopinha bem quentinha, bem cremosa, quando lembrei de um mação de espinafre na geladeira.

Sabe como é né? Eu também precisava dar uma  parada, tirar os olhos do computador um pouco.

Fiz a sopa assim: piquei um alho poró e refoguei na manteiga; juntei batatinhas em cubos e caldo de galinha caseiro. Lavei e piquei um tanto de espinafre e juntei à sopa quase pronta. Acertei o sal, moí pimenta do reino na hora e um tantinho de cheiro verde. Quando estava pronta, dei uma batida no mixer para virar creme. Mais um pouquinho de parmesão ralado, e duas cumbucas depois, eu estava quase nova em folha para prosseguir com esse tcc que não acaba nunca.

sopa de espinafre

A foto está fora de foco, mas condiz perfeitamente como eu me sentia: vesga :-S

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Minha sogra* que me apresentou a estas patatinhas; na minha casa se fazia cozida e depois frita, mas como eu tenho muuuuita preguiça de fritar coisinhas, acabava não comendo. Ai eu as vi assim, assadas! E entrou pra minha lista de batatas preferidas (deve ter umas 10! rsrsrs)

Não tem segredo: cozinha as patatinhas al dente; joga na assadeira com um tantico de azeite de oliva e temperinho.  Minha sogra usa orégano; aqui eu usei páprica picante e pimenta calabresa.

Assa até ficar doiradinha. Eh bom virar pra tostar de todos os lados. Cuidado pra não queimar a língua hein? ;-)

batata assada

* Aliás, minha sogra também me ensinou a usar a panela de pressão, uma revolução na minha vida!

O que é esse frio doido fora de época?? Nessa friaca, somente uma sopa pode salvar!

Li Julie & Julia esses dias, o livro que deu origem ao filme que deve estrear em outubro. Julie Powell é uma secretaria quase balzaca que decide fazer – e blogar – todas as 500 e tantas receitas do livro Mastering the Art of Frech Cooking (Dominando a Arte da Culinária Francesa), da Julia Child.

Logo no começo do livro, Julie fala de Potage Parmentier,  uma sopa de batatas e alho poró. Eu havia chego em casa meio molhada e com frio, e após atender uma consultoria culinária por telefone (os nachos ficaram bons, Mari?) tudo o que eu precisa era uma sopa, nem que fosse de pedra.

Bem, havia alho poró e batatas, mas não a receita. Mas eu não sou uma pessoa de me intimidar com isso, oh não! (Também não estava a fim de pedir a receita praquele que tudo sabe, o google)

Refoguei na manteiga dois dentes de alho, uma cebola bem pequena e um talo de alho poró finamente picados. Juntei seis batatas pequenas em cubos e cobri com caldo de galinha. Deixei cozinhar até ficar macio, acertei sal e pimenta e salsinha bem picada. Bati parte da sopa no mixer (meu melhor amigo na cozinha), para ficar meio creme.

Ficou diferente da sopa de batatas que eu comia em casa, mas ficou muito saborosa. Aliás, notei uma semelhança entre Julie, Julia e eu. Todas acreditamos  em refogar na manteiga.

potage parmentier

Fui salva por um prato de sopa e uma taça de vinho.

Fabio Fabeni

O Fábio, Dr. Fábio para os íntimos, adevogado, blogueiro, pai, marido,  cozinheiro, roqueiro e músico nas horas vagas, pêxero do Dengo Dengo, e framenguista (ufa!!) , nos agracia essa semana com seus comentários sobre a sua cozinha e nos manda uma receita supimpa!

Como começou a cozinhar?
Durante muitas vezes eu ficava vendo minha esposa e outras pessoas cozinharem e tive vontade de aprender. Comecei há dois anos atrás.

Gosta de novidades na sua cozinha?
Sim, sempre é bom ter novidades, não ficando só no trivial.

Doce ou salgado? Quais seus preferidos?
Salgado. Com certeza, comida italiana e mineira.

O que não falta na sua cozinha?
Alho, sal, manjericão, caldo knorr e limão.

Suas especialidades?
Comida italiana e mineira.

Batatas Recheadas

ingredientes

– 3 batatas
– papel alumínio

INGREDIENTES PARA O RECHEIO:

–  4 colheres (sopa) de azeite
– 300g de carne seca

– 1 cebola ralada
– 1 tomate picado
– ½ xícara (chá) de salsinha picada
– 1 xícara (chá) de queijo cheddar cremoso
– sal

OPÇÕES DE RECHEIO:

RECHEIO I:

– 1 xícara (chá) de requeijão
– ½ xícara (chá) de bacon picado e frito ou presunto em cubinhos

RECHEIO II:

– 1 xícara (chá) de ricota triturada
– ½ xícara (chá) de maionese
– cheiro-verde picado

Modo de Preparo

Lave as batatas. Embrulhe-as no papel alumínio. Asse em forno pré-aquecido a 200° por uma hora e meia.


Recheio: Em uma panela, aqueça o azeite, refogue a cebola e doure a carne. Acrescente o tomate, o sal e a salsinha. Recheie com a carne e cubra com queijo parmesão.

receita-batata-recheada

Adoro batatinha inglesa! Não dou bola pra batata doce e batata baroa, mas adoro a batatinha inglesa. Bem, sou descendente de alemães, faz parte do meu código genético gostar de patata, linguiça, xeléia, nata…mas não tudo xunto. Pelo menos não a xeléia.

Esta é uma maneira de variar a batatinha a ser servida com carnes de panela ou assadas.

Basta cozinhar as batatas bolinhas em água e sal e depois juntar uma colherada de pesto às bonitinhas.

batatas ao pesto

Toda pata choca, toda pata choca, só a patatinha não!