Eu andava com um pacote de macarrão para yakissoba miojo, no armário me olhando. E o shoyo também estava me piscando há dias!

Já estava com o almoço quase encaminhado quando mudei tudo do meio do caminho; os bifes de alcatra viraram tirinhas, fatiei alguns cogumelos frescos e peguei os legumes!

Sei que o meu yakissoba não é muito tradicional, já que não foi feito na wok; tampouco eu sou ortodoxa. Mas comemos de hashi, ao menos! :-)

Numa panela grande, com um fio de azeite, fritei a carne e os cogumelos fatiados; Juntei o shoyo, e os legumes: brócolis e couve-flor, cenoura, pimentão e cebola em pétalas. Usei um pouco de maizena (bem pouquinha) para engrossar o molho. O macarrão cozido (em 04 min!) se juntou ao povo e foram todos pra mesa com cebolinha picada e gergelim.

Update: Obviamente coloquei pimenta. Foi bastante pimenta calabresa! ;-)

Não deixo os legumes muito pequenos para conseguir pegá-los com facilidade com os hashis. :-)

Ficou ótimo! Eu me perdi nas quantidades, achei que teríamos que passar dias comendo yakissoba, mas sobrou só um pouquinho!

yakissoba

Pode não parecer, mas haviam mtos outros legumes!

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Eu estava SECA por um pedaço de carne – e acho que me marido também, porque ele fez huummmmm!! a hora que viu o que era.

Comprei posta, que é um corte bem magro, em compensação, precisa ser feito na panela de pressão (já contei minha história com a pressão? não? me lembrem de contar qualquer hora) ou cozido bastaaaante tempo.

Enfim, eu queria comer carne, mas queria alecrim. Fiquei matutando cá com minhas batatinhas. Se eu fizesse um molho SO de alecrim ficaria muito forte. Foi entando que o alho poró fez ‘pisc’ pra mim da geladeira.

Para aproximadamente 350 g de lagarto usei:

03 dentes de alho

01 cebola pequena

01 talo grande de alho poró

03 galhos de alecrim

Aqueci bem a panela de ferro e deitei (não é lindo isso,  deitar um ingrediente?) um fio de azeite aromatizado com alecrim; dourei a carne muito bem por todos os lados, conservando um pedacinho de gordura que tinha na lateral.

Quando estava muito bem frito, juntei os ingredientes descritos acima, picados.  finamente. Refoguei – ah, que cheiro bom! – e quando a cebola estava transparente, acrescentei um tanto de cachaça, água e tampei.

Tem que olhar de quando em quando, e se necessário, pôr mais água. A carne tem que cozinhar bastante, pra ficar macia.

Cozinhe até a carne ficar macia e o molho, consistente. Acerte sal, pimenta calabresa e sirva com arroz branco e batatinhas.

posta ao alecrim e alho poró

Não acredito que ninguém adivinhou para que era aquele mise en placeMolho bolonhesa! ;-)

Claro que estava faltando a carne, e os tomates… mas para tds as sugestões estava faltando alguma coisa!

Bem, eu não tenho descendência italiana. Então la mia cocina italiana é mezzo mequetrefe, mezzo paraguaia. Mas eu me esforço, viu?

Eu li em algum lugar que o bolonhesa de verdade não é com carne moída. E que leva bacon, alecrim (ou mangericão) e vinho. De resto, é daquela maneira que a gente conhece! Então sempre que eu quero dar uma caprichada na carne moída, acrescento bacon e alecrim ou manjericão.

E a polenta… bem, também não é uma polenta ortodoxa!

Ragù alla bolognese

O bacon vai na panela de ferro bem quente; quando começa a dourar, ganha a companhia do alho e da cebola, bem picados. Junta-se a carne moída e o alecrim, também bem picadinho.

Quando a carne estiver bem frita e cheirosa, entram os tomates (usei 03, passados pelo mixer), para fazer o molho, e um tanto de água. Deixa cozinhar em fogo baixo, para que apure. Pimenta calabresa e sal a gosto.

Para os adeptos, pode-se incluir um caldo de carne.

Polenta Cremosa

01 xícara de polentina cozida em 02 de caldo de carne + 01 de leite. Mexer sempre, até que engrosse. No começo respinga bastante, portanto cuide para usar uma panela funda.

Serve duas pessoas.

Polenta Bolonhesa aquece o coração e dá sustância!

Ah, um vinho tinto para acompanhar, e um sofá para morrer feliz e de pança cheia depois!

polenta alla bolognese

* eu aprendi a música da ‘bela polenta’ no colégio, estão achando o quê?

isca de carne oriental

Pessoas que cozinham diariamente – ou quase – volta e meia se deparam com um dilema: O que cozinharei hoje?

Esse foi um prato, se é que se pode chamar assim, num dia de tentar inovar, e aproveitar alguns legumes já quase no bico do corvo.

Acho que essa carne iria muito bem como um macarrão tipo lámen – vulgo miojão – para fazer as vezes de yakissoba mequetrefe. Mas a Efigênia e as minhas próprias bichas queriam arroz branco, e assim foi.

Numa panela, refogar as iscas de carne, no caso fraldinha, num fio de azeite, com alho e cebola. Adicionar o shoyo. Aí que rola aquele molhinho bom, com cara de comida chinesa.

Importante tomar cuidado com o sal, pois o shoyo já é bem salgado. Quando estava quase pronto, adicionei cenoura, brófolis brócolis, couve flor e pimenta biquinho grosseiramente picada.

Os legumes devem ficar bem firmes, para dar uma crocância ao prato.